segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Goblin - The Awakening (2012)







A história da Goblin começou numa outra banda chamada Il Ritratto di Dorian Gray, na qual Claudio Simonetti e Walter Mariano primeiro tocaram juntos. Isso foi em 1971 e ela tocava prog ao estilo britânico. Em 1973 eles adicionaram o guitarrista Massimo Morante e viajaram para Londres, adotando o nome Oliver. Essa banda chamou a atenção do produtor Eddie Offord, da Yes, mas a conversa não progrediu. No ano seguinte eles voltaram para a Itália e assinaram um contrato com a gravadora Cinevox, especializada em trilhas sonoras. Nela gravaram um disco com o nome Cherry Five. Esse disco foi bem recebido pela crítica mas vendeu pouco. Eles estavam para se separar quando conheceram o diretor de filmes de horror Dario Argento, que os convidou para comporem a trilha de seu primeiro longa metragem, batizado de Profondo Rosso. Essa trilha sonora fez mais sucesso que o filme, vendeu um milhão de cópias e chegou ao topo das paradas.
O som da banda era o prog clássico e sinfônico, com o órgão grandioso e o baixo agudo.
Na sequência veio Roller, um álbum de estúdio, o único nesse período, embora no mesmo contexto.
Depois a banda continuou com uma sequência de trilhas sonoras até o meio dos anos 80. E é isso que esta caixa documenta.
O último álbum, chamado Tenebre, é também uma trilha para um filme de Dario Argento, segue a mesma linha, mas não é assinado pela Goblin e sim pelo trio Simonetti, Morante & Pignatelli.






Profondo Rosso Aka Deep Red (1975)

Massimo Morante - guitarra
Claudio Simonetti - teclados
Fabio Pignatelli - baixo
Walter Martino - bateria


1   Profondo Rosso
2   Death Dies
3   Mad Puppet
4   Wild Session
5   Deep Shadows
6   School At Night
7   Gianna
Bonus Tracks
8   Mad Puppet's Laughs (Opening Intro)
9   School At Night (Lullaby - Music Box Version)
10 Profondo Rosso (Jazz Source 1)
11 Profondo Rosso (Paura)
12 Profondo Rosso (Paura 2)
13 School At Night (Lullaby - Instrumental Version)
14 Profondo Rosso (Paura 3)
15 School At Night (Lullaby - Music Box Version)
16 Profondo Rosso (Paura 4)
17 School At Night 2
18 School At Night (Lullaby - Celesta Version)
19 Profondo Rosso (Paura 5)
20 Gianna 2
21 Death Dies (Film Version)
22 Profondo Rosso (Jazz Flute)
23 Profondo Rosso (Jazz Source 2)
24 Deep Shadows (Film Version)
25 Profondo Rosso (Paura 6)
26 Death Dies (Film Version)
27 Profondo Rosso (Jazz Source 3)
28 Deep Shadows See (Film Version 2)
29 School At Night (Lullaby - Child Version)
30 Profondo Rosso (Jazz Source 4)
31 Deep Shadows (Film Version 3)
32 Death Dies (Film Version 3)
33 Profondo Rosso (Jazz Flute 2)
34 School At Night (Lullaby - Echo Version)






Roller (1976)

Claudio Simonetti - órgão, piano, Clavinet, Mini Moog, Logan String Machine
Massimo Morante - guitarra, violão
Maurizio Guarini - piano, piano Fender Rhodes, Hohner Pianet, Moog, clarineta
Fabio Pignatelli - baixo
Agostino Marangolo - bateria, percussão


1 Roller
2 Aquaman
3 Snip-Snap
4 Il Risveglio Del Serpente
5 Goblin
6 Dr. Frankenstein
Bonus Tracks
7 Chi? Part One (Single A)
8 Chi? Part Two (Single B) 






Suspiria (1977)

Claudio Simonetti - órgão, piano, piano elétrico, celesta, Mellotron, violino
Massimo Morante - guitarra, violão, bouzouki, voz
Fabio Pignatelli - baixo, violão, tabla
Agostino Marangolo - bateria, percussão


1   Suspiria
2   Witch
3   Opening To The Sighs
4   Sighs
5   Markos
6   Black Forest / Blind Concert
7   Death Valzer
Bonus Tracks
8   Suspiria (Celesta And Bells)
9   Suspiria (Narration)
10 Suspiria (Intro)
11 Markos (Alternate Version)
12 Suspiria (Alternate Take)






Il Fantastico Viaggio Del Bargarozzo Mark (1978)

Massimo Morante - guitarra, vocal
Claudio Simonetti - teclados
Fabio Pignatelli - baixo
Agostino Marangolo - bateria


1 Mark Il Bagarozzo
2 Le Cascate Di Viridiana
3 Terra Di Goblin
4 Un Ragazzo D'Argento
5 La Danza
6 Opera Magnifica
7 Notte
8 ...E Suono Rock
Bonus Track
9 Yell (Single A)






Zombi - aka Dawn Of The Dead (1978)

Massimo Morante - guitarra, vocal
Claudio Simonetti - teclados, piano
Fabio Pignatelli - baixo
Agostino Marangolo - bateria


1   L'Alba Dei Morti Viventi
2   Zombi
3   Safari
4   Torte In Faccia
5   Ai Margini Della Follia
6   Zaratozom
7   La Caccia
8   Tirassegno
9   Oblio
10 Risveglio
Bonus Tracks
11 L'Alba Dei Morti Viventi (Alternate Take)
12 Ai Margini Della Follia
13 Zombi (Sexy)
14 Ai Margini Della Follia (Alternate Take)
15 Zombi (Supermarket)
16 L'Alba Dei Morti Viventi (Intro - Alternate Take)
17 Zombi (The Living Dead's Voices!)






Tenebre (1982)

Massimo Morante - guitarra, violão
Claudio Simonetti - piano, piano elétrico, Roland Jupiter 8, Roland Mc4, Roland Vocoder Plus, Oberheim Dms Digital Drum, Roland Tr 808 Drum
Fabio Pignatelli - baixo sem trastes Fender


1   Tenebre
2   Gemini
3   Slow Circus
4   Lesbo
5   Flashing
6   Tenebre (Reprise)
7   Waiting Death
8   Jane Mirror Theme
Bonus Tracks
9   Flashing (Film Version)
10 Gemini (Film Version Suite)
11 Flashing (Intro Film Version)
12 Gemini (Alternate Film Version)
13 Jane Mirror Theme (Film Version)
14 Tenebre (Alternate Film Version)
15 Slow Circus (Film Version Suite)
16 Lesbo (Film Version)
17 Tenebre Maniac (Spfx Bonus Track 1)
18 Tenebre Remix (Bonus Track 2)
19 Flashing Remix (Bonus Track 3)


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Hadden Sayers Band - Retrofutura (1996)







Hadden Sayers é um grande guitarrista. Ele toca sua Stratocaster '57 com a alma e compõe muito bem, escavando as raízes do blues para juntá-las ao rock. Eu não sei muita coisa a respeito dele a não ser que é texano e que teve uma série de infortúnios e sacrifícios que o fizeram abandonar a música por vários anos. Agora ele já está com nove discos gravados e faz cerca de duzentos shows por ano. Este é o segundo disco que lançou e é ótimo.





Hadden Sayers - guitarra, vocal, violão, percussão
Charlie Knight - baixo
John Hamilton - bateria
com
Rusty McFarland - backing vocal, guitarra, violão (12)
David Grissom - guitarra (6, 10)





1   Retrofutura (I Don't Mind)
2   Sweet Suzanne
3   No Way To Say Goodbye
4   Finer Than The Road
5   Paper Moon
6   The Reason Why
7   Everybody's Talkin'
8   Fast Car
9   Falling For You
10 No Change In The Weather
11 Carry You Home
12 Satin Sheets

sábado, 22 de setembro de 2018

King's X - Gretchen Goes To Nebraska (1989)







Pinnick, Tabor e Gaskill estão na estrada juntos desde 1985. Eles se aproximaram graças a um projeto do líder uma banda cristã de Springfield. A partir daí os três criaram uma assinatura musical que exerceu grande influência em muitas outras bandas. Suas músicas misturam Hard-rock, Funk, Soul e aproximam-se bastante do Metal Progressivo. Elas tem padrões rítmicos complexos e grande virtuosismo instrumental. As letras geralmente abordam temas espirituais — eles são cristãos mas o rótulo de rock cristão não cola.
Gretchen Goes To Nebraska é o segundo disco da King's X e um dos melhores que lançaram. 
Atualmente Ty Tabor é um dos meus guitarristas favoritos.





Ty Tabor - guitarras, dulcimer, sitar, flauta de madeira, vocal
Doug Pinnick - vocal, baixo
Jerry Gaskill - bateria, percussão, vocal
com
Sam Taylor - órgão tubular, piano





1   Out Of The Silent Planet
2   Over My Head
3   Summerland
4   Everybody Knows A Little Bit Of Something
5   The Difference (In The Garden Of St. Anne's-On-The-Hill)
6   I'll Never Be The Same
7   Mission
8   Fall On Me
9   Pleiades
10 Don't Believe It (It's Easier Said Than Done)
11 Send A Message
12 The Burning Down


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Ako Doma - Ako Doma (1999)







Ako Doma é uma banda da Eslováquia que faz um prog-jazz-rock instrumental com uns toques de rock-sinfônico. Há também elementos da música clássica e do folclore da Europa Central. As composições são muito boas, especialmente as faixas longas, e existe espaço nelas para todos solarem. A guitarra se sobressai em todas e apesar do sax ter bastante espaço, este disco não tende ao fusion, visto que uma influência evidente é a King Crimson da época do Red, ou mesmo Frank Zappa do período Make a Jazz Noise Here.
Este é o disco de estréia e a Ako Doma merece ser mais conhecida.





Jozef Štefanatný - guitarra
Miroslav Fedor - baixo
Ivan Gešo - bateria
Roman Harvan - cello
Ľuboš Tomaščík - teclados
Tatiana Siládiová - sax
Alexander Čupka - percussão





1 Vôňa dázďoviek (Smell Of The Earthworms)
2 Už (Now)
3 Jesenná (Autumn Song)
4 Caravan (Caravan)
5 Kapucín (The Hoodman)
6 Hrdzavenie (Corrosion)

domingo, 16 de setembro de 2018

The Kinks - Arthur (Or the Decline and Fall of the British Empire) 1969







Nos anos 60 a The Kinks disputava os primeiros lugares nas paradas com a The Rolling Stones e The Beatles. Eles eram geniais mas também eram considerados uns hooligans bêbados que não suportavam uns aos outros. Brigavam entre si no palco; voavam garrafas e até os pratos da bateria. Numa dessas, um prato atingiu Dave Davies e ele foi pro hospital — Mick Avory foi preso. Eles também brigavam com os promotores dos seus concertos e boicotavam os próprios shows quando discordavam das coisas — tocaram uma versão com 45 minutos de "You Really Got Me" porque exigiram que tocassem só os sucessos. Eventos assim, durante uma turnê americana, acabaram por provocar uma queixa de um promotor ao sindicato dos músicos dos Estados Unidos em 1965, que baniu a banda por quatro anos. 
Foi nesse período que a The Kinks lançou seus melhores discos, tomando um rumo mais elaborado. Mesmo assim, ela foi uma das maiores influências para o Punk e o Heavy Metal. É aquela tal atitude. Enquanto os hippies estavam deitados na grama, chapados, acreditando que mudavam o mundo, a The Kinks tinha os pés na realidade dos anos 60, que não era de paz e amor, mas de frustração. Eles retratavam um mundo onde um homem comum tinha seus sonhos destruídos e o único consolo oferecido eram bens materiais numa ilusão de felicidade. Esse é o tema de "Arthur".
Esse álbum é uma ópera-rock comparada à Tommy da The Who, lançada um pouco antes. Ela foi composta para ser um roteiro de uma produção para a TV que acabou não sendo filmada. É uma história baseada na vida do cunhado dos irmãos Davies, um instalador de carpetes que emigrou para a Austrália como uma saída de risco para a falta de oportunidades na Inglaterra do pós-guerra, e retrata o vazio de uma vida que se torna superficialmente confortável.
O álbum foi aclamado pela crítica e marcou o retorno da banda ao rock'n'roll, bem como aos palcos norte-americanos. O baixista original, Peter Quaife, saiu antes das gravações e foi substituído a altura por John Dalton. O tecladista John Gosling tornou-se membro permanente depois das turnês.





Ray Davies - vocal, guitarra, teclados
Dave Davies - guitarra, vocal
John Dalton - baixo, vocal
Mick Avory - bateria
com
John Gosling - teclados
Lew Warburton - regente dos metais e cordas





1   Victoria
2   Yes Sir, No Sir
3   Some Mother's Son
4   Drivin'
5   Brain Washed
6   Australia
7   Shangri-La
8   Mr. Churchill Says
9   She's Bought A Hat Like Princess Marina
10 Young And Innocent Days
11 Nothing To Say
12 Arthur

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Elf - Elf (1972)







Digamos que tudo começou com uma banda chamada "Ronnie Dio & The Prophets", em 1961. Ela tocava doo wop pop e gravou um disco ao vivo bem ruinzão. Mais adiante, em 1967, formou-se a "The Electric Elves", com Dio, Feinstein e Driscoll, mais um tecladista chamado David Thaler. Essa banda gravou um single e dois anos depois encurtou o nome para "The Elves" — aí gravou dois singles. Em 1970 eles adotaram o nome "Elf" e continuaram tocando pelo circuito de clubes do estado de Nova Iorque. Eventualmente eles foram descobertos por Ian Paice e Roger Glover e as coisas começaram a acontecer. Abriram shows para a Deep Purple e conseguiram gravar o primeiro álbum, este aqui, produzido por Paice e Glover. É um boogie blues-rock legalzinho, meio sem sal nem açúcar, com uma boa guitarra e a voz única de Ronnie James Dio, que aqui usa seu nome verdadeiro e toca baixo. 
Depois desse disco Feinstein saiu e acabou construindo uma boa carreira no heavy-metal. Com uma nova formação a Elf gravou outros dois discos, mais consistentes até, e que foram lançados no Brasil no ano passado. 





Ronald Padavona - baixo, vocal
David Rock Feinstein - guitarra
Mickey Lee Soule - piano
Gary Driscoll - bateria





1 Hoochie Koochie Lady
2 First Avenue
3 Never More
4 I'm Coming Back For You
5 Sit Down Honey (Everything Will Be Alright)
6 Dixie Lee Junction
7 Love Me Like A Woman
8 Gambler, Gambler

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Ocean - God's Clown (1976)







A Ocean foi formada em 1974, em Paris. Seu nome foi inspirado pelo álbum Tales From Topographic Oceans da Yes e, naturalmente, seu som também tem essa influência. E não apenas essa, mas também da ELP, Rush, KC e Led Zeppelin e Budgie. Sim, o som é uma aproximação do prog e do hard-rock, e eles foram bem sucedidos nisso. Aparte o registro vocal de Robert Belmonte, as comparações com a Led Zeppelin valem quando se lembra daquelas composições mais complexas, como Battle of Evermore ou No Quarter. O trabalho da guitarra também é cativante.
No entanto, apesar da qualidade desse trabalho, a Ocean ficou famosa nos anos 80 quando adotou o hard-rock por inteiro.





Georges Bodossian - guitarra, teclados, vocal
Robert Belmonte - vocal
Noël Alberola - baixo, vocal
Bernard Leroy - bateria





1 Sunny Day
2 Strange Rain
3 Love Is Blind
4 The Loneliness of the Long Distance
5 From Death to Life
6 Fields of Pain
7 The Juggler
8 With the Sound I Can Escape

domingo, 9 de setembro de 2018

Aardvark - Aardvark (1970)







Aardvark foi uma banda prog britânica surgida no final dos anos 70 que não tinha um guitarrista. Muitas bandas do período não tinham guitarrista mas algumas publicações atribuíram o desinteresse do público a esse fato. Eles gravaram apenas esse disco e fizeram poucas apresentações. O som é eclético, lembrando em alguns momentos a Moody Blues e a Cressida. Entre as influências estão a Pink Floyd e a Soft Machine dos primeiros dias e a The Doors. As composições não primam pela originalidade mas são boas, e a instrumentação também é. Parece que a saída do tecladista Steve Milliner para juntar-se à Black Cat Bones precipitou o fim da banda. Eles tentaram outros para o lugar dele mas não rolou.





Steve Milliner - órgão, piano, celeste, vibrafone, marimba, gravador
Dave Skillin - vocal
Stan Aldous - baixo
Frank Clark - bateria





1 Copper Sunset 
2 Very Nice Of You To Call 
3 Many Things To Do 
4 The Greencap 
5 I Can´t Stop 
6 The Outing-Yes 
7 Once Upon A Hill 
8 Put That In Your Pipe And Smoke It 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Thors Hammer - Thors Hammer (1971)







A Thors Hammer surgiu em Copenhague entre 1969 e 1970 e se separou logo em 1972, depois de lançar esse ótimo disco. Ela fez um rock progressivo com maiores doses de jazz e bons arranjos instrumentais destacando os teclados e a guitarra. É um pouco parecido com a Traffic e o andamento da faixa 1 até lembra a Living In The Past da Jethro Tull, que saíra quase dois anos antes. 
É um disco bem legal que teve algumas edições não oficiais em CD até esta definitiva pelo selo Thors Hammer — que não tem nada a ver com a banda e é uma subsidiária do prestigiado selo alemão Garden of Delights.
Depois que essa banda acabou, Michael Bruun e Henrik Bødtcher formaram uma outra chamada Tyggegummibanden, totalmente diferente — ela tocava covers de sucessos do rock e do pop com letras em dinamarquês, fez sucesso e lançou vários discos. No meio disso, retornaram ao jazz-rock formando a Heavy Joker.





Peter Nielsen - vocal
Michael Bruun - guitarra, piano 
Jesper Neehammer - sax alto, tenor e soprano
Henrik Langkilde - órgão, piano 
Henrik Bødtcher - baixo
Simon Koppel - bateria





1  Mexico  
2  Not Worth Saying  
3  Blind Gypsy Woman  
4  Believe in What You Want 
5  Evasive Dreams Beyond 

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Heavy Joker - Heavy Joker (1976)







A dinamarquesa Heavy Joker foi formada por Michael Bruun e Henrik Bødtcher, dois ex-membros da banda Thors Hammer. Enquanto a antecessora era prog com elementos do jazz, a Heavy Joker é jazz-rock com elementos prog. Seu som é instrumental e sofisticado, ficando entre as cenas Krautrock e Canterbury; entre Soft Machine e Missus Beastly. 





Michael Bruun - guitarra, cordas
Max Leth Jun - piano, piano elétrico, órgão, marimba, vibrafone
Henrik Bødtcher - baixo
Jan Sivertsen - bateria, percussão
com
Klaus Nordsø - percussão (7)
Kasper Winding - teclados (2)
Jesper Nehammer (Thors Hammer) - sax soprano (9)
Palle Mikkelborg - cordas (3)
Anders Gårdmand - sax tenor (4)
Jesper Nehammer - sax tenor (8)





1 Ace Of Spades
2 That's It!
3 Heavy Joke
4 Canasta Funk
5 Ambrosia
   Symphonia:
6 Highway Habits
7 Leaving For Cala Bassa
8 Suburban Heaven
9 Transylvania Chase