quinta-feira, 5 de junho de 2014

Hound Dog Taylor and The HouseRockers - Natural Boogie (1972)




Natural Boogie é o segundo disco do pai de todos os guitarristas que usam o slide; o homem com seis dedos em cada mão. Esse é ainda mais quente que o anterior.


Hound Dog Taylor -guitarra e vocal
Brewer Phillips -guitarra
Ted Harvey -bateria

1 Take Five
2 Hawaiian Boogie
3 See Me in the Evening
4 You Can't Sit Down
5 Sitting at Home Alone
6 One More Time
7 Roll Your Moneymaker
8 Buster's Boogie
9 Sadie
10 Talk to My Baby
11 Goodnight Boogie

terça-feira, 3 de junho de 2014

Walter is fine!


            


Walter Trout é um mestre guitarrista, um dos melhores que já ouvi, e etá entre os meus favoritos de todos os tempos. E nem é só como músico, pois ele também é um cara muito legal, bom marido e pai.
Foi com muita tristeza e preocupação que acompanhei seu sofrimento nos últimos mêses. Walter foi acometido de uma séria doença no fígado que o fêz emagrecer drasticamente e poderia tê-lo matado, caso não conseguisse um transplante. A longa espera por um doador foi angustiante para ele e para a família.
Na última terça-feira, dia 27 de maio, ele foi enfim operado e tudo correu muito bem. 
Naturalmente, ele não se apresenta já há algum tempo e sua recuperação levará um outro tanto, que eu espero que seja o mais curto possível. Portanto, peço aos amigos que mandem uma força para o Walter e para família. Mandem uma forcinha para o caixa dele também, já que no próximo dia 10 ele estará lançando um novo disco chamado "The Blues Came Callin'" que já pode ser ouvido e encomendado na Amazon.
Eu, particularmente, to torcendo por duas coisas: Que Walter se recupere plenamente e que venha tocar no Brasil todo ano, como Buddy Guy faz.



Buddy Guy - A Man & The Blues (1968)




Esse é o segundo disco que Buddy Guy gravou como artista solo e o primeiro para o selo Vanguard. Sem dúvida é um dos seus melhores e tem um vasto legado de influência. A faixa 5 era uma das favoritas de Stevie Ray Vaughhan, assim como Buddy era um dos seus guitarristas favoritos. Eric Clapton também repete que Buddy é o maior guitarrista vivo. Hendrix então, o apontava como seu mestre junto a Charlie Christian. Além disso, "A Man & The Blues" ainda é reverenciado como o nascimento da segunda geração de bluseiros de Chicago. Um outro cara fantástico que cita esse álbum como seu favorito é Walter Trout.


Buddy Guy -guitarra, vocal
Otis Spann -piano
Wayne Bennett -guitarra
Jack Myers -baixo
Donald Hankins -sax
Arthur Corthen -sax
Bobby Fields -sax
Lonny Taylor -bateria
Fred Below -bateria

1 A Man and the Blues 
2 I Can't Quit the Blues 
3 Money (That's What I Want) 
4 One Room Country Shack 
5 Mary Had a Little Lamb
6 Just Playing My Axe
7 Sweet Little Angel 
8 Worry, Worry
9 Jam on a Monday Morning






São Paulo, maio de 2014. Sweet Tea?




sexta-feira, 30 de maio de 2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Morte Macabre - Symphonic Holocaust (1998)





Morte Macabre foi um projeto reunindo membros de duas bandas prog suecas, a Landberk e a Anekdoten. Esse álbum reinterpreta temas de vários filmes de terror, a maioria italianos, alguns do diretor Lucio Fulci. Desses italianos, boa parte das trilhas foi criada originalmente pela Goblin. Mas também tem "O Bebê de Rosemary", ali na faixa 4, de autoria de Krzysztof Komeda. Pelos créditos já dá pra perceber que quem manda é o Mellotron, mas vindo de quem vem, tem ótimas passagens de guitarra também.


Nicklas Berg (Anekdoten) -guitarra. baixo, Mellotron, Fender Rhodes, Theremin, sampler
Stefan Dimle (Landberk) -baixo, Mellotron, Moog
Reine Fiske (Landberk) -guitarra, Mellotron, violino, Fender Rhodes
Peter Nordins (Anekdoten) -bateria, percussão, Mellotron
com
Yessica Lindkvist -voz
Janne Hansson -efeitos


1 Apoteosi Del Mistero
2 Threats Of Stark Reality
3 Sequenza Ritmica E Tema
4 Lullaby
5 Quiet Drops
6 Opening Theme
7 The Photosession
8 Symphonic Holocaust

quarta-feira, 28 de maio de 2014

McChurch Soundroom - Delusion (1971)





Aqui tem um prog bem bacana que soa um pouco como Jethro Tull das antigas, só que com um lado jazzy. Quase nada se sabe sobre a banda e seus integrantes, a não ser que eram suíços. Esse foi o único disco que lançaram e deles não mais se ouviu falar.


Sandy McChurch (Sandro Chiesa) -vocal, flauta
Heiner Althaus -guitarra
Alain Veltin -órgão
Kurt Hafen -baixo
Norbert "Nobbi" Jud -bateria

1 Delusion
2 Dream Of A Drummer
3 Time Is Flying
4 What Are You Doin'
5 Trouble Part I
6 Trouble Part II


Many thanks to Oleg for this share.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Janus - Gravedigger (1972)





A Janus era formada por músicos britânicos mas nasceu na Alemanha. Dependendo do critério, esse pode ser considerado o único disco dela. Ele foi gravado num único dia e é um heavy psych com boas melodias, entre o acústico e o volume 10. Eles passaram um tempo na Holanda e depois retornaram para a Inglaterra. Fizeram umas poucas apresentações e em 73 se separaram. Depois que Gravedigger foi relançado em cd, em 1989, Colin Orr reuniu um grupo de músicos mais jovens que vem gravando e viajando desde então.


Colin Orr -guitarra, teclados
Roy Yates -violão
Bruno Lord -vocal
Derek Hyett -vocal
Mick Peberdy -baixo
Keith Bonthrone -bateria
com
Rainer Pietsch -arranjos e produção


CD 1: Remaster
1 Red Sun
2 Bubbles
3 Watcha' Tryin To Do
4 I Wanna Scream
5 Gravedigger
6 I'm Moving On
7 I Don't Believe You

CD 2: Remix
1 Red Sun
2 Bubbles
3 Watcha Trying To Do?
4 I Wanna Scream
5 Suma Manatilly
6 Sinful Sally
7 Gravedigger

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Necromandus - Orexis Of Death plus... (1973)




Apesar do que, tanto a capa, como o nome da banda e o título disco possam sugerir, o som não é doom metal nem heavy metal. Apesar de ter uma grande influência da Black Sabbath, também não é BS wannabe. De fato, é um cultuado heavy prog, com influências da King Crimson e da Wishbone Ash também.
A história é a seguinte: Esses caras atraíram a atenção do Tony Iommy que acertou as coisas para eles abrirem shows para a Sabbath e para gravarem um disco pelo selo Vertigo. O próprio Iommi estava produzindo o disco. Só que nessa época, entre 72 e 73, ele tinha a agenda mais cheia que médico da Unimed e o disco não ficava pronto. O guitarrista se encheu e pulou fora. Iommi acrescentou sua guitarra no pouco que faltava mas acabou por concluir que sem Barry Dunnery a banda não funcionaria, e tudo foi engavetado. Originalmente o título seria Quicksand Dream e como tal acabou sendo lançado em 1990, ainda em vinil, sem nenhum polimento de estúdio e numa tiragem muito pequena. O cd veio em 1996 sob o título Orexis of Death, e essa é a versão remasterizada de 2005 com dois bônus.
Frank Hall acabou sendo o primeiro baterista de Ozzy Osbourne em carreira solo, graças a amizade que fizeram durante as turnês.


Bill Branch -vocal
Barry Dunnery -guitarra
Dennis McCarten -baixo
Frank Hall -bateria

1 Judy Green (Previously unreleased acetate demo)
2 Mogidisimo
3 Nightjar
4 A Black Solitude
5 Homicidal Psychopath
6 Stillborn Beauty
7 Gypsy Dancer
8 Orexis Of Death
9 Mogidisimo (reprise) (feat. Tony Iommi)
10 Judy Green Rocket (Live & previously unavailable)




domingo, 25 de maio de 2014

Nekropolis - Musik Aus Dem Schattenreich (1978)




Nekropolis foi Peter Frohmader e Peter Frohmader, além de músico, foi um artista gráfico e designer. Ele esteve envolvido com várias bandas da cena kraut, como a Alpha Centauri, e a Kanaan, bem como aventurou-se pela new wave nos seus primeiros dias. A Nekropolis existiu ao vivo e com diferentes formações desde o início dos anos 70, mas só foi gravar condensada em Peter. Nesse seu primeiro trabalho solo ele empenhou sua criatividade na busca de uma opção para o moribundo prog rock. E a música saiu de terras bem escuras — uma mistura de Magma, King Crimson e o kraut ácido.


Peter Frohmader -baixos, guitarras, eletrônicos

1 Hölle im Angesicht
2 Fegefeuer
3 Unendliche Qual
4 Krypta
5 Mitternachtsmesse II
6 Inquanok
7 Ghul
8 Pagan
9 Mitternachtsmesse I
10 Höllenfahrt
11 Krypta II
12 Bass - Präludium

sábado, 24 de maio de 2014

Steppenwolf - Skulldugery (1976)





Skulldugery foi o último disco da Steppenwolf clássica. Depois dele a banda se separou e só retornaria nos anos 80 como "John Kay & Steppenwolf". Também não estava fácil para ninguém fazer rock clássico ou hard em 1976 com a mídia toda lançando disco music como merda num ventilador. Os efeitos disso estão nas faixas 7 e 8, uma tentativa de se enturmar. 


John Kay -guitarra, vocal
Bobby Cochran -guitarra, vocal
Wayne Cook -teclados
George Biondo -baixo, vocal
Jerry Edmonton -bateria, percussão

1 Skullduggery 
2 I'm a Road Runner
3 Rock & Roll Song
4 Train of Thought 
5 Life Is a Gamble
6 Pass It On 
7 Sleep 
8 Lip Service