quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Armageddon - Armageddon (1975)
Armageddon foi o último trabalho de Keith Relf, algo bem diferente do que tinha feito antes. A banda, a grosso modo, foi uma mistura da Steamhammer e da Renaissance. Pugh e Cennamo foram companheiros na primeira e Relf e Cennamo na segunda. O peixe fora d'água aí é o Bobby Caldwell que antes foi baterista de Johnny Winter e depois integrou a Captain Beyond. A Armageddon foi formada nos Estados Unidos mas acabou gravando esse único disco em Londres, no Olympic Studios em maio de 1975. Ela fundiu muito bem o hard-rock ao rock progressivo. As faixas são longas e divididas em suítes, o que dá bastante espaço ao guitarrista Martin Pugh para exibir suas habilidades. A seção rítmica também não deixa por menos. O álbum foi muito bem recebido pela crítica e pelo público, apesar da banda ter feito umas poucas apresentações ao vivo. Isso se deveu a saúde frágil de Relf e ao abuso de certas substâncias também. Em pouco tempo eles se separaram. Keith Relf estava trabalhando para reunir a primeira formação da Renaissance numa nova banda a se chamar Illusion, mas faleceu tragicamente antes de concretizar totalmente o projeto. Ele estava no porão da sua casa onde tinha um estúdio, e foi eletrocutado por uma guitarra sem aterramento. Correu uma versão de que estaria com a guitarra numa banheira, mas era fofoca. Relf deixou uma única música pronta para a Illusion. Armageddon é um álbum atemporal e essencial.
Keith Relf - vocal, harmônica
Martin Pugh - guitarra, violão
Louis Cennamo - baixo
Bobby Caldwell - bateria, percussão, piano, vocal
1 Buzzard
2 Silver Tightrope
3 Paths and Planes and Future Gains
4 Last Stand Before
5 Basking in the White of the Midnight Sun
terça-feira, 8 de março de 2016
Strawbs - Hero and Heroine (1974)
Com o fim da primeira formação da Renaissance após o álbum Illusion, o tecladista John Hawken passou dois anos entre participações em discos de outros músicos e bandas, como Luther Grosvenoe e a Third World War. No final de 1973 ele entrou para a Strawbs e com ela gravou este que é o oitavo disco da banda e um dos melhores trabalhos dela. A Strawbs foi formada em 1964 e ainda está na estrada. Ela é lembrada também por ter abrigado músicos do quiilate de Sandy Denny, Sonja Kristina e Rick Wakeman — hoje é o filho de Wakeman, Adam, quem cuida das teclas. O som da Strawbs mudou tanto quanto seu line-up; começou com bluegrass, passou pelo folk, glam e prog. Hero and Heroine, além de Hawken, apresentou também novos baixista e baterista. Chas Cronk tinha tocado no álbum Six Wives do Wakeman, enquanto Rod Coombes tinha estado na Juicy Lucy e na Paul Brett's Sage. Quanto ao som, eles abandonaram quase completamente o folk em favor do rock progressivo. O instrumental é impressionante e, ainda que não seja o mais puro prog, é o mais prog da Strawbs.
Dave Cousins - vocal, violão, guitarra
Dave Lambert - vocal, violão, guitarra
John Hawken - piano, piano elétrico, órgão, Mellotron, sintetizador
Chas Cronk - baixo, sintetizador, vocal
Rod Coombes - bateria, percussão, vocal
1 Autumn
2 Sad Young Man
3 Just Love
4 Shine On Silver Sun
5 Hero And Heroine
6 Midnight Sun
7 Out In The Cold
8 Round And Round
9 Lay A Little Light On Me
10 Hero's Theme
11 Still Mall Voice
12 Lay A Little Light On Me (Early Version)
domingo, 6 de março de 2016
Medicine Head - Dark Side of the Moon (1972)
Quando a clássica Renaissance acabou, Keith Relf e Jim McCarthy foram produzir o segundo disco da banda de jazz-rock If. No ano seguinte Relf também produziu o segundo disco da banda Medicine Head e depois juntou-se à ela nesse que é o terceiro disco.
A Medicine Head era originalmente uma dupla formada por John Fiddler na guitarra, bateria e vocais, e por Peter Hope-Evans nas gaitas. O som deles era blues-rock lento com tons da psicodelia e certa influência prog. Após o segundo disco chamado Heavy on the Drum, Peter Hope-Evans saiu e Keith Relf assumiu o baixo e dividiu os vocais. O título desse disco é um episódio à parte: No final de 1971 a Pink Floyd estava preparando uma excursão com um grupo de músicas para serem executadas numa sequência que se chamaria Dark Side of the Moon: A Piece for Assorted Lunatics. Mas eles foram alertados que a Medicine Head estava para lançar esse disco e mudaram para "Eclipse", que era o nome de uma dessas músicas. Mais tarde, como esse disco da Medicine Head não conseguiu fazer sucesso, a Pink Floyd voltou ao título original. Todos reconheceram que foi mera coincidência, contudo, se esse disco tivesse feito o esperado sucesso, a obra-prima da Pink Floyd teria o outro título.
John Fiddler - guitarra,vocal
Keith Relf - baixo,vocal
John Davies - bateria
1 Back to the Wall
2 In Your Eyes
3 Sittin' in the Sun
4 On This Road
5 You and Me
6 Kum On
7 Only to Do What Is True
8 You Can Make It Here
sexta-feira, 4 de março de 2016
Steamhammer - Speech (1972)
Depois que deixou a Renaissance, Louis Cennamo tocou com Al Stewart e participou de um disco dele. No mesmo ano ele ingressou na Colosseum e com ela gravou o disco Daughter of Time. Depois ele ingressou na Steamhammer.
A Steamhammer começou como uma banda de blues rock e nesse ponto era comparada à Cream, só que mais pesada e até melhor. Houve mudanças na formação e o som dela foi indo na direção do prog, ainda mais quando Cennamo entrou. Esse quarto e último disco é prog e experimental. Como a banda tinha ficado sem vocalista, ao invés de substituí-lo, a parte vocal é que foi reduzida e dividida entre os membros. Na parte instrumental eles inovaram ao fazer jams com uma estrutura polirrítmica progressiva. Cennamo também inovou ao introduzir o baixo tocado com arco — e inspirou Jimmy Page a fazer isso na guitarra. Infelizmente, pouco tempo depois do lançamento de Speech o baterista Mickey Bradley faleceu e a banda acabou. Louis Cennamo voltaria a trabalhar com Keith Relf na célebre Armageddon, e com os outros companheiros de Renaissance na banda Illusion.
Martin Pugh - guitarra, vocal
Louis Cennamo - baixo, vocal
Mickey Bradley - bateria
Garth Watt-Roy - clarineta, vocal
1 Penumb
I) Entrance
II) Battlements
III) Passage To Remorse
IV) Sightless Substance
V) Mortal Thoughtra
2 Telegram
3 For Against
quarta-feira, 2 de março de 2016
Renaissance - Renaissance (1969)
Depois da Yardbirds tocar com Sonny Boy Williamsom, foi-se o Clapton, vieram Beck e Page e a banda viajou à exaustão. Quando a Yardbirds acabou, essa exaustão continuou afetando seus membros. As músicas que Keith Relf e Jim McCarty estavam compondo então eram bem mais tranquilas e eles foram pendendo ao folk. Assim tentaram criar uma banda chamada Together mas não rolou. Procurando outra direção, ambos convidaram o baixista Louis Cennamo, ex-Jody Grind, e o pianista John Hawken da Nashville Teens. A irmã de Relf se dispôs a cantar, coisa que nunca tinha feito profissionalmente. O som que eles desenvolveram foi uma mistura de rock, blues, folk e clássico, tudo baseado em arranjos elaborados para o piano e nas linha fluidas da guitarra. O estilo era único e de certa forma anteviu a world music. E esse primeiro disco deles realmente tornou-se um marco. No entanto, aquela exaustão das ininterruptas turnês da Yardbirds produzira efeitos na saúde, tanto de McCarty, quanto de Relf, e eles eram os principais compositores. Metade de uma excursão pela Europa foi cancelada porque McCarty ficou seriamente doente. Desse jeito não dava pra continuar. Louis Cennamo foi para a Colosseum de Jon Hiseman e depois para a Steamhammer. Relf e McCarty continuaram compondo mas McCarty parou de tocar. Havia um contrato com a gravadora para um segundo disco (Illusion) que usou o material da dupla, só que a banda mesmo, se reduziu a Hawken e os irmãos Relf. Hawken convidou seus ex-companheiros de Nashville Teens para interpretarem o álbum em alguns shows e, honrado o compromisso, foi para a Trifle, depois para a Third World War e então para a Strawbs. A Renaissance original acabou aí.
Keith Relf - guitarra, harmônica, vocal
Jane Relf - vocal, percussão
John Hawken - piano, Harpsichord
Louis Cennamo - baixo
Jim McCarty - bateria, percussão, vocal
1 Kings And Queens
2 Innocence
3 Island
4 Wanderer
5 Bullet
6 Island (Single Version)
7 The Sea
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Sonny Boy Williamson & The Yardbirds (1965)
Sabe-se que no início dos anos 60 o blues era um gênero restrito aos Estados Unidos e, lá mesmo, deixado de escanteio. Quando os jovens músicos britânicos redescobriram o R&B, aqueles grandes músicos americanos voltaram aos holofotes, e diante de plateias brancas. O encarte desse disco toca no assunto sem maiores detalhes, mas ao mesmo tempo em que houve a reverência, houve também certa exploração. Os casos de plágio são conhecidos e há um monte de versões meramente comerciais de antigas músicas. Mesmo assim, ao final, ganharam todos e ganhou a música. Sonny Boy Williamson, como muitos dos seus pares, excursionou pela Europa e acabou gravando com a molecada da Animals e da Yardbirds. Com a Yardbirds ele se apresentou em dezembro de 1964 no clube Craw-Daddy, e é daí que vem essas faixas. Aconteceu um segundo show em Fevereiro do ano seguinte no Birmingham Town Hall. Na Yardbirds todos eram muito jovens — para se ter uma idéia, os pais do guitarrista original, Top Topham, o impediram de continuar na banda, sendo substituído por Clapton. Mas a experiência de Sonny Boy, seu dominio da voz, da gaita e do palco, somados ao entusiasmo da banda e o talento bruto de Clapton, resultaram num disco bem legal. Sonny Boy Williamson, por sua vez, estava com a saúde muito abalada e viria a falecer em maio de 1965. Alguns ainda menosprezam esse álbum apontando-o como caça-níqueis, coisa de empresário e tal. Mas essas gravações mantiveram Sonny Boy sob aplausos até sua morte e após ela.
Sonny Boy Williamson - vocal, harmônica
Eric Clapton - guitarra
Chris Dreja - guitarra
Keith Relf - palmas, batidas com o pé, voz
Paul Samwell-Smith - baixo
Jim McCarty - bateria
1 Bye, Bye Bird
2 Mister Downchild
3 23 Hours Too Long
4 Out Of The Water Coast
5 Baby Don't Worry
6 Pontiac Blues
7 Take It Easy Baby (Version 1)
8 I Don't Care No More
9 Do The Weston
10 The River Rhine
11 A Lost Care
12 Western Arizona
13 Take It Easy Baby (Version 2)
14 Slow Walk
15 Highway 69
16 Hey Little Cabin
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Sonny Boy Williamson - The Real Folk Blues / More Real Folk Blues (1966 -1967)
No meio dos anos 60 houve um boom da música folk americana e a gravadora Chess resolveu capitalizar-se com isso lançando uma série com seus principais astros do blues — afinal, o criacionismo do blues é o único que vale. Muddy, Howlin' e Hooker tiveram os seus e Sonny Boy Williamson também. The Real Folk Blues e sua sequencia More Real Folk Blues foram lançados em 1966 e 1967 respectivamente. Contudo, as faixas foram gravadas entre 1957 e 1964, e delas participa a realeza de Chicago. Entre um e outro, a diferença é que no segundo está o jovem Buddy Guy. As músicas estão entre as mais importantes de Sonny Boy, como One Way Out, imortalizada pela Allman Brothers, e a Bring It On Home de Willie Dixon, sucesso com a Led Zeppelin.
The Real Folk Blues
Sonny Boy Williamson - harmônica, vocal
Otis Spann - piano
Lafayette Leake - piano
Rice Miller - vocal
Robert Lockwood, Jr. - guitarra
Eddie King Milton - guitarra
Matt "Guitar" Murphy - guitarra
Willie Dixon - baixo, vocal
Luther Tucker - baixo
Milton Rector - baixo elétrico
Fred Below - bateria
Al Duncan - bateria
Odie Payne, Jr. - bateria
1 One Way Out
2 Too Young To Die
3 Trust My Baby
4 Checkin' Up On My Baby
5 Sad To Be Alone
6 Got To Move
7 Bring It On Home
8 Down Child
9 Peach Tree
10 Dissatisfied
11 That's All I Want
12 Too Old To Think
More Real Folk Blues
Sonny Boy Williamson - harmônica, violão, vocal
Lafayette Leake - piano, órgão
Otis Spann - piano
Buddy Guy - guitarra
Luther Tucker - guitarra
Matt Murphy - guitarra
Robert Lockwood Jr. - guitarra
Willie Dixon - baixo
Jack Myers - baixo
Milton Rector - baixo
Al Duncan - bateria
Clifton James - bateria
Fred Below - bateria
Odie Payne - bateria
Don Hankins - sax
Jarrett Gibson - sax
13 Help Me
14 Bye Bye Bird
15 Nine Below Zero
16 The Hunt
17 Stop Right Now
18 She's My Baby
19 The Goat
20 Decoration Day
21 Trying To Get Back On My Feet
22 My Younger Days
23 Close To Me
24 Somebody Help Me
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Howlin' Wolf - Change My Way (1975)
Por vezes Jimmy Rogers deixou a guitarra de lado e tocou baixo, como em algumas faixas desse disco de Howlin' Wolf. E dobrando com Willie Dixon. Change My Way é uma coletânea de singles que Wolf gravou para a Chess entre 1958 e 1963. É bem legal ouvir o grande Hubert Sumlin e o jovem Buddy Guy juntos. Aliás, Buddy Guy também já tinha trocado a guitarra pelo baixo em outros discos de Howlin' Wolf.
1 Mr. Airplane Man
Hubert Sumlin - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Abe Locke - sax tenôr
desconhecido - baixo
S.P. Leary - bateria
2 Love Me Darlin'
Hubert Sumlin - guitarra
Johnny Jones - piano
Arnold Rogers - sax tenôr
Donald Hawkins - sax barítono
Willie Dixon - baixo
Andrew Palmer - baixo elétrico
Sam Lay - bateria
3 Change My Way
Hubert Sumlin - guitarra
L.D. McGhee - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Willie Dixon - baixo
S.P. Leary - bateria
4 I Walked From Dallas
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Sam Lay - bateria
5 I Better Go Now
Hubert Sumlin - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Abe Locke - sax tenôr
Willie Dixon - baixo
S.P. Leary - bateria
6 New Crawlin' King Snake
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Sam Lay - bateria
7 Just Like I Treat You
Howling Wolf - violão slide
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Willie Dixon - baixo
Jimmy Rogers - baixo
Sam Lay - bateria
8 I've Been Abused
Hubert Sumlin - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Abe Locke - sax tenôr
desconhecido - baixo
S.P. Leary - bateria
9 Don't Laugh At Me
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Sam Lay - bateria
10 I Didn't Know
Hubert Sumlin - guitarra
Jody Williams - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Earl Phillips - bateria
11 I Aint Superstitious
Howling Wolf - violão slide
Sam Lay - piano
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Willie Dixon - baixo
Jimmy Rogers - baixo
12 Howlin' Blues
Hubert Sumlin - guitarra
Hosea Lee Kennard - piano
Willie Dixon - baixo
S.P. Leary - bateria
13 My Mind Is Ramblin'
Hubert Sumlin - guitarra
Henry Gray - piano
Sam Lay - bateria
14 Do The Do
Hubert Sumlin - guitarra
Johnny Jones - piano
Willie Dixon - baixo
Junior Blackman - bateria
15 Hidden Charms
Buddy Guy - baixo
Hubert Sumlin - guitarra
Lafayette Leake - piano
J.T. Brown - sax tenôr
Donald Hawkins - sax barítono
Sam Lay - bateria
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Jimmy Rogers - Chicago Bound (1970)
As faixas que estão nesse disco foram gravadas como singles entre 1950 e 1955. Imagine se tivessem sido gravadas numa única produção. Muddy, Willie, Otis, Horton, Below...
Jimmy Rogers sempre viveu meio na sombra dos cantores que acompanhava, mesmo sendo um cantor até melhor, um guitarrista de notas preciosas e um ótimo compositor. A primeira gravação que fez, em 1946, foi erroneamente creditada ao Memphis Slim e músicas de sua autoria tornaram-se clássicos do blues com outras vozes. Talvez tenha sido um dos motivos para afastar-se da música para tocar uma loja de roupas e um negócio de táxis. Esse é um grande disco com clássicos da Chess e a nata do blues elétrico de Chicago.
Jimmy Rogers - guitarra, vocal
Muddy Waters - guitarra (2, 4, 10, 11, 13)
Big Walter Horton - harmônica (1, 14)
Otis Spann - piano (1, 8, 14)
Eddie Ware - piano (2, 5, 7)
Henry Gray - piano (6, 9, 10, 13)
Ernest Cotton - sax tenôr (7),
J.T. Brown - sax tenôr (5)
Willie Dixon - baixo
Ernest "Big" Crawford - baixo (3, 7, 11, 12, 13)
Fred Below - bateria
Elgin Evans - bateria (2, 4, 5, 7, 10)
1 You're The One
2 Money, Marbles And Chalk
3 Ludella
4 Act Like You Love Me
5 Back Door Friend
6 Last Time
7 I Used To Have A Woman
8 Sloopy Drunk
9 Blues Leave Me Alone
10 Out On The Road
11 Goin' Away Baby
12 That's Alright
13 Chicago Bound
14 Walking By Myself
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