domingo, 22 de maio de 2016

Dear foreign visitors (both of you),

There's absolutely no coup taking place in Brazil. President Dilma Rousseff's impeachment is legal and democratic, and is supported by 90 % of the people.

To be re-elected in 2014, Dilma Rousseff violated our Constitution defrauding the government budget and hiding a 15 billion dollars deficit. Our laws consider this a serious crime (and this is a serious crime in any civilized country). By doing so, she worsened the economic crisis affecting especially the poorest — economic crisis caused by her continuous fiscal irresponsibility.

But Dilma Rousseff committed other crimes.

It's not true that she was cleared in Petrobras corruption scandal. The latest investigations of Operation Car Wash show that Dilma Rousseff is deeply implicated in it.

She was elected and re-elected with money stolen from Petrobras, the large Brazilian oil company that was destroyed by the corruption schemes of Workers' Party and its political allies. Her campaign money was dirty as revealed by whistleblowers to judge Sergio Moro and federal attorneys of Operation Car Wash.

I would like to remind that thousands of American shareholders of Petrobras lost large amounts of money because of corruption scandal. And Dilma Rousseff, as former head of Petrobras board, faces a huge class action in Manhattan.

Dilma Rousseff also attempted to obstruct justice by appointing Lula, the former president, as a minister. This would place him out of reach of Sergio Moro, the judge leading the Petrobras corruption investigation.

For all these reasons, Dilma Rousseff will be impeached. It is a lie that the process of impeachment is a coup. The Congress proceeds strictly within the Constitution limits as stated by Brazilian Supreme Court. Dilma Rousseff and Workers' Party just try to create a smokescreen over their crimes and fool the international press.

Personaly, I don't like the new President, neither trust him. But anyone is better than Dilma, Lula and their associates. They are mobsters, for chrissake!

Last but not least, regarding to those assholes at Cannes Festival, well... Their suits, dresses, shoes and sunglasses were all bought with public money.







sábado, 21 de maio de 2016

Joshua Redman Quartet - MoodSwing (1994)







Joshua Redman está no Brasil para se apresentar junto com o trio The Bad Plus; é um encontro que tem rodado o mundo e se repetirá em Paraty e São Paulo. Joshua é filho do saxofonista Dewey Redman e quando estreou foi saudado como o novo Coltrane. Um exagero e tanto, já que aos 22 anos ele ainda era estava nos rudimentos da composição e sua levada ia mais para o soul. MoodSwing é o seu terceiro disco e veio com a maturidade. Ele mesmo diz que não se deve ter que estudar para curtir jazz, que ele pode ser acessível, emotivo e divertido, sem perder a sofisticação. É isso o que ele faz com esse trio de feras.




Joshua Redman - sax tenôr e soprano
Brad Mehldau - piano
Christian McBride - baixo
Brian Blade - bateria



1   Sweet Sorrow
2   Chill
3   Rejoice
4   Faith
5   Alone In The Morning
6   Mischief
7   Dialogue
8   The Oneness Of Two (In Three)
9   Past In The Present
10 Obsession
11 Headin Home

sexta-feira, 20 de maio de 2016

The Bad Plus - Prog (2007)







Esse trio está no Brasil para tocar no Bourbon Festival de Paraty, dias 21 e 22, na faixa. Na terça, 24, eles também tocarão em São Paulo no Boubon Street. Em todas as três apresentações o renomado saxofonista Joshua Redman estará com eles. A The Bad Plus foi formada em 1990 e a proposta deles era reinventar sucessos de variados gêneros na forma jazzística, de uma maneira bem humorada e estimulante, que surpreendesse o ouvinte. Assim eles tocaram Black Sabbath, Nirvana, Stravinsky,... Aos poucos eles foram introduzindo suas próprias composições mas ainda fazem covers a sua maneira, como aqui, no sexto álbum. Prog é jazz e não é jazz. Prog é essencialmente o que o prog quis ser: Ir adiante, ir além. Acredite, eles tem o mesmo espírito para a música que tem para as capas dos seus discos.




Ethan Iverson - piano
Reid Anderson - baixo
Dave King - bateria



1   Everybody Wants to Rule the World [Tears for Fears]
2   Physical Cities 
3   Life on Mars [David Bowie]
4   Mint 
5   Giant 
6   Thriftstore Jewelry
7   Tom Sawyer [Rush]
8   This Guy's in Love With You [Burt Bacharach]
9   The World Is the Same 
10 1980 World Champion 


quinta-feira, 19 de maio de 2016

Greenslade - Bedside Manners Are Extra (1973)







Dave Greenslade e Tony Reeves tinham tocado juntos na Colosseum e juntos formaram essa banda, apesar do nome. Eles convidaram Andy McCulloch que tinha tido uma passagem pela King Crimsom (no álbum Lizard) e na época era membro da banda Fields. Dave Lawson, ex-Web e Samurai, trouxe outra pilha de teclados e assumiu os vocais. Esse é o segundo disco da Greenslade, lançado apenas seis meses após o primeiro. É uma evolução do rock progressivo da estréia mas ainda guarda certa semelhança com o trabalho de Dave Lawson no álbum I Spider da Web. Não há um instrumento propriamente dominante entre os Moogs, Hammonds, pianos e Mellotrons. A arte da capa é de Roger Dean, o mesmo ilustrador dos discos da Yes, entre outras.




Dave Greenslade - teclados
Dave Lawson - teclados, vocal
Tony Reeves - baixo elétrico e acústico
Andrew McCulloch - bateria, percussão




1 Bedside Manners Are Extra
2 Pilgrims Progress
3 Time To Dream
4 Drum Folk
5 Sunkissed You're Not
6 Chalkhill

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Web - I Spider (1970)






Antes desse terceiro e último disco, essa banda inglêsa era conhecida como "The Web" e tinha um vocalista norte-americano inclinado ao soul. Ele foi substituído pelo Dave Lawson que acrescentou teclados ao instrumental. O som também mudou do rock psicodélico meio jazzy para o rock progressivo com forte influência do free-jazz. Esse álbum está no nível de bandas das mais famosas, como a Collosseum, a Soft Machine ou a holandesa Alquin. Tom Harris era um instrumentista virtuoso, que frequentemente tocava dois sax ao mesmo tempo como Dick Heckstall-Smith ou Roland Kirk, e parece que ele detinha os direitos sobre o nome da banda. Quando ele a deixou, foi substituído por dois saxofonistas e a Web virou Samurai.




Dave Lawson - órgão, piano, harpsichord, Mellotron, vocal
Tony Edwards - guitarra , violão
Tom Harris - sax, flauta
John Eaton - baixo, percussão
Kenny Beveridge - bateria, percussão
Lennie Wright - vibrafone, bateria, percussão 




1 Concerto for Bedsprings:
   a. I Can't Sleep 
   b. Sack Song 
   c. Peaceful Sleep 
   d. You Can Keep the Good Life 
   e. Loner   
2 I Spider   
3 Love You  
4 Ymphasomniac   
5 Always I Wait  

Live in Sweden, 1971
    
6 Concerto for Bedsprings
7 Love You  

terça-feira, 17 de maio de 2016

Samurai - Samurai (1971)






Essa Samurai não tem nada a ver com aquela do Tetsuo Yamauchi, embora ambas tenham coexistido. Essa é uma continuação da banda britânica Web (ou The Web) em sua última formação, que incluía o tecladista Dave Lawson, mais dois saxofonistas. O som dela é prog com bastante influência do jazz, sem chegar ao jazz-rock. Tem-se lembrança da King Crimson, da Gentle Giant e do pessoal de Canterbury. Essa Samurai lançou apenas esse disco, um ótimo disco. Depois, Dave Lawson que assumiu a liderança e compôs todas as faixas, foi para a Greenslade.




Dave Lawson - teclados, vocal
Tony Edwards - guitarra, violão
Don Fay - sax tenôr, flauta
Tony Roberts - sax tenôr, flautas, clarinete
John Eaton - baixo
Kenny Beveridge - bateria
Lennie Wright - vibrafone, percussão, bateria




1 Saving It Up For So Long
2 More Rain
3 Maudie James
4 Holy Padlock
5 Give A Little Love
6 Face In The Mirror
7 As I Dried The Tears Away

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Kossoff, Kirke, Tetsu & Rabbit - Kossoff Kirke Tetsu Rabbit (1972)







O baixista Tetsu Yamauchi deixou a banda Samurai quando foi convidado por Paul Kossoff e Simon Kirke. Depois do álbum Highway, a banda Free se separou por causa das desavenças entre seus membros. Paul Rodgers montou a banda Peace e Andy Fraser montou a Toby. Kossoff e Kirke se saíram bem melhor com esse quarteto. Além de Yamauchi, eles convidaram o norte-americano Bundrick que acabou por compor a maioria das músicas. Esse disco foi lançado pela mesma gravadora da Free e as músicas tem boa semelhança também. É um blues-rock autêntico e de qualidade, sobretudo pela guitarra melódica e fluida do Kossoff. Com o fracasso das bandas de Rodgers e Fraser, a Free foi remontada absorvendo todos daqui.




Paul Kossoff - guitarra,vocal 
Simon Kirke - bateria 
Tetsu Yamauchi - baixo
John "Rabbit" Bundrick - órgão,Mellotron,piano elétrico,vocal  
com
B.J. Cole - steel guitar (7, 9)




1   Blue Grass 
2   Sammy's Alright 
3   Anna 
4   Just For The Box 
5   Hold On 
6   Fool's Life 
7   Yellow House 
8   Dying Fire 
9   I'm On The Run 
10 Colours 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Joe Pass & Paulinho Da Costa - Tudo Bem! (1978)







Paulinho da Costa chegou nos Estados Unidos em 1973 para tocar na banda de Sergio Mendes e nela permaneceu por quatro anos. Depois virou um dos mais requisitados percussionistas do mundo, tocando com gente como Blue Mitchell e Dizzy Gillespie, até Robin Trower. Joe Pass é um dos grandes improvisadores do jazz e sempre curtiu a música brasileira. Depois de umas apresentações por aqui, ele reuniu esse grupo e retrabalhou alguns clássicos brasileiros. Tudo bem, tudo jóia, a única coisa que me torra o saco é esse negócio de barquinho, prainha, benzinho, patinho, jeitinho... 




Joe Pass - guitarra
Paulinho Da Costa - percussão
Oscar Castro Neves - guitarra
Don Grusin - teclados
Octavio Bailly Jr - baixo
Claudio Slon - bateria




1   Corcovado [Tom Jobim, Vinicius de Moraes]
2   Tears (Razao De Viver) [Eumir Deodato]
3   Wave [Tom Jobim]
4   Você (You) [Roberto Menescal]
5   If You Went Away [Marcos Valle]
6   Que Que Há? [Don Grusin, Octavio Bailly Jr]
7   The Gentle Rain (Chuva Delicada) [Luiz Bonfá]
8   Barquinho [R. Menescal, R. Boscoli]
9   Luciana [Tom Jobim, Vinicius de Moraes]
10 I Live To Love [O. C. Neves]







                                                      Está tudo bem, querida. Tchau!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

The Cannonball Adderley Quintet - The Happy People (1972)







Esse disco foi gravado durante o boom do jazz-fusion, mas ao invés de fazer a mistura com o rock, Julian Adderley optou pela música brasileira nessas quatro jams. 




Cannonball Adderley - sax alto, sax soprano
Nat Adderley - corneta
George Duke - piano, piano elétrico
Walter Booker - baixo acústico
Roy McCurdy - bateria
Airto Moreira - percussão, vocal (1, 4)
com
Flora Purim - vocal 
Olga James - vocal (3)
David T. Walker - guitarra (3)
Chuck Rainey - baixo elétrico (3)
King Errison - percussão
Mayuto - percussão (1, 2, 4)




1 The Happy People [Airto Moreira]
2 Maria Tres Filhos [Dr. Milton Nascimento]
3 Savior
4 Ela [Benito Di Paula]







  
The happy people. Very happy people now.


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Samurai - Samurai (1970)







A Samurai foi fundada pelo cantor anglo-japonês Miki Curtis. Ele surgiu no final dos anos 50 fazendo imitações do Elvis e acabou tendo seu próprio programa de TV. No meio dos anos 60 ele formou a banda Miki Curtis & The Samurais que misturava rock, jazz, e soul music. Miki levou a banda para a Inglaterra, contratou  alguns músicos britânicos, gravou alguns singles na Alemanha e mudou o nome da banda para apenas "Samurai". A essa altura a música deles aproximava-se do prog, juntando elementos psicodélicos e folclóricos. Contratados pela Philips, eles gravaram esse primeiro álbum que gera confusão quanto ao seu verdadeiro nome: Samurai ou Green Tea? Muitos também chamam a própria banda de Miki Curtis & Samurai. O interessante é que nela está o futuro membro da Free e da Faces, Tetsu Yamauchi.




Miki Curtis - vocal, flauta
Hiro Izumi - guitarra, koto
Tetsu Yamauchi - baixo
Yuji Harada - bateria
Mike Walker - piano, vocal
Joe Dunnet - guitarra
Graham Smith - harmônica
John Redfern - órgão



1 Green Tea
2 Eagle's Eye
3 Boy With A Gun
4 18th Century
5 Four Seasons
6 Mandalay
7 Daffy Drake