segunda-feira, 19 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Pluto and The Planets - 360° of Wonder (2010)
Pluto and The Planets é uma banda prog norueguesa liderada por Petter Guthe. Ela foi formada no final dos anos 80 mas só lançou esse único disco em 2010. Seu estilo mistura o rock sinfônico, inspirado pela Genesis ou Vangelis, ao space-rock na linha floydiana. No entanto, o foco dela está nos arranjos vocais e nas melodias.
Petter (Pluto) Espen Guthe - guitarra, vocal, teclados
Sandra Josefine - vocal
Martin Blystad - guitarra, vocal
Kobdzey - teclados, bateria, percussão
John Christian - baixo
Nikko Eriksen - bateria
1 Take Me Home (Part 1)
2 This Is Magic
3 Gloomy Sunday
4 Wake Up
5 Starship
6 Ascension
7 The Humming Song
8 Tears
9 Encounter
10 The Man on the Television
11 So Magic
12 Into a Totally Different Race
13 Vacuum
14 Take Me Home (Part 2)
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Il Berlione - In 453 Minutes Infernal Cooking (1994)
Pois é, a banda é japonesa e essa palavra nem existe em italiano. Esse quinteto faz música de vanguarda inspirada no jazz-rock da cena de Canterbury, no prog da King Crimson e no movimento Rock In Opposition. O resultado é muito original e as composições são complexas e estruturadas. O disco é todo instrumental e os cinco são músicos incríveis.
Naoya Idonuma - guitarra
Hirofumi Taniguchi - teclados
Hiroo Takano - sax tenor
Kazuo Ogura - baixo
Masahiro Kawamura - bateria
1 In 453minutes Infernal Cooking (Forward)
2 Human Head Soup
3 Wooden Oven
4 Giant Image Of Buddha
5 Diary Of Mr. Monkey
6 Tappy's Spices
7 Wow! Brilliant Beauty With No Scanties
8 Nao Chan's Rustling
9 Frenchdressing Taboo
10 At The Foot Of Polyethylene Tree
11 Tamagawa Shuffle
12 Agoo
13 Koenji Sake Bar
14 One Infernal Fact In Paradise
15 In 453minutes Infernal Cooking (Backward)
terça-feira, 13 de junho de 2017
Tesseract - Tesseract (1997)
Tesseract é uma banda prog da Califórnia que lançou apenas esse disco de forma absolutamente independente. O trabalho dela lembra muito o som da Gentle Giant e o uso do violino nos traz à mente a imagem do Jean-Luc Ponty no seu período com Frank Zappa. O disco é quase todo instrumental — tem vocal em apenas duas faixas — e é realmente muito legal. E todos são instrumentistas de primeira classe.
Don Tillman - guitarras, sintetizadores, Mellotron, vocal, electrônicos, percussão
Julius Smith - sintetizador de modelagem física, teclados, violão
Karen Bentley - violino elétrico
Dave Berners - baixo
Josh schroeter - bateria
1 Entrance
2 Heisenberg's Daughter
3 Cast of Thousands
a) Introduction
b) The Cast
c) The Vitamine Mine
d) The Spinach
4 Allegro Assai (Bach violin concerto in A minor, 3rd movement)
5 Rice
6 Cymbal Dance
7 Vantage Point Instrumental
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Finnegans Wake - Green (1996)
Este é o segundo disco da banda belga — que hoje em dia é meio brasileira, já que seu idealizador Henry Krutzen, até onde sei, mora em João Pessoa. A proposta deles é reverenciar as grandes bandas prog do passado, incluindo aí uma forte influência da cena Canterbury. Um exemplo é a faixa Squid One, um cover de Peter Hammill. É um belo disco.
Henry Krutzen - vocal, teclados, sax, percussão, gravador
Jean-Louis Aucremanne - teclados, piano
Alain Lemaitre - baixo, teclados, bateria, percussão, programação
Pierre Quinet - guitarra
Celine T'Hooft - vocal
Richard Redcrossed - letras
com:
Philippe Collignon - vocal (4)
Benoit Gillet - clarinete (2)
Anne Monjoie - flauta (6)
Wendy Ruymen - violino (3,6)
1 Boleral
2 Italics
3 Poly's Gone
4 Queen Wenceslas
5 Torquemada's Dream
6 The Dragon And The Fish Suite
7 Siquid One (Remix)
8 Mountains And Clouds
sábado, 10 de junho de 2017
Osage Tribe - Arrow Head (1972)
A Osage Tribe foi formada em Gênova, em 1971, por Franco Battiato. Siciliano como meu avô, Battiato é um artista multifacetado e nessa época era um cantor pop. Com a Osage Tribe ele gravou dois singles e a deixou antes do lançamento desse álbum. Apesar do título em inglês, as letras são em italiano e seu som é um heavy-psych com um toque folk e tendências progressivas. A banda se separou em 1973 e voltou a se reunir 40 anos depois.
Marco Zoccheddu - guitarra, teclados, harmônica, vocal
Bob Callero - baixo, vocal
Ninzio "Cucciolo" Fava - bateria, vocal
Franco Battiato - vocal (6, 7)
1 Hajenhanhowa
2 Arrow Head
3 Cerchio di Luce
4 Soffici Bianchi Veli
5 Orizzonti Senza Fine
bonus:
6 Un Falco Nel Cielo (single)
7 Prehistoric Sound (single)
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Duello Madre - Duello Madre (1973)
A origem dessa banda genovesa está numa outra chamada Osage Tribe, da qual eram membros Marco Zoccheddu e Bob Callero. A Osage Tribe fazia um prog pesado enquanto que a Duello Madre partiu para o jazz-rock, influenciada pela cena Canterbury. São claras as influências da Soft Machine e Callero e Trentin parecem espelhar-se em Hugh Hopper e Elton Dean. Mas também há inspiração vinda de outras grandes bandas como a Nucleus, Isotope e até Frank Zappa. Esse é o único álbum dela e é um dos melhores no gênero que foram lançados na Itália. Mais tarde Bob Callero tocou com a Il Volo e com a Nova.
Marco Zoccheddu - guitarra, violão
Pippo Trentin - sax tenor, flauta
Bob Callero - baixo
Dede Lo Previte - bateria, percussão
com
Gian Piero Reverberi - teclados (2, 4)
Mario Lamberti - percussão (3, 5)
1 Aquile Blu
2 Momento
3 Otto
4 Madre
5 Duello
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Changó - Changó (1975)
A Changó foi formada em Nova Iorque, em 1967, e só foi lançar esse primeiro álbum em 75, sem nem um single antes. Não tem como não comparar seu som com o da Santana nos seus primeiros três discos, antes dela aumentar as doses de jazz. Talvez os caras tenham sofrido com as comparações, talvez não. É provável também que 1975 já fosse meio tardio para esse tipo de rock, pois a Changó lançou só mais um disco no ano seguinte ao deste e sumiu. Mas o que interessa é que esse disco é bom pra caramba.
George Tacktikos - guitarra, vocal
Thomas Alletto - órgão, piano, vocal
Burlin Speakes - baixo
Pepe "El Mono" Gomez - vocal, bateria, percussão
Michael Britton - percussão
Reinol Andino - percussão, vocal
1 Fire Over Water
2 Walk On Hell
3 Bollo
4 Caminando
5 Mira Pa'ca
6 Bembe
7 Solid Karma
8 Sacapa
9 Chango'
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Pantheon - Orion (1972)
Pantheon foi uma banda holandesa de rock progressivo que tinha seu foco no órgão, flauta e sax, com certa proximidade ao jazz. As músicas são praticamente todas instrumentais, com destaque para longa faixa 3, levada por duas melodias elaboradas e cativantes. Esse forte senso melódico, a complexidade dos arranjos, a variação instrumental, são todas as coisas que fazem mais falta na música de hoje em dia.
Orion foi o único álbum que a Pantheon lançou, e o fez pelo selo Vertigo, um outro indicativo de prestígio. Apesar disso, ele permaneceu desconhecido pois só havia sido lançado na Holanda, até esse relançamento em CD. Além dele, saíram apenas dois singles e num deles a música Masturbation teve seu título censurado e mudado para "Master Basion". Nenhum dos membros da banda apareceu oficialmente noutro trabalho musical, senão este. Nem mesmo Ruud Woutersen que compôs todas as faixas.
Ruud Woutersen - órgão, piano, espineta, celesta, sintetizador, vocal
Albert Veldkamp - guitarra, baixo, violão
Hans Boer - flauta, sax alto, sax tenor, vocal
Rob Verhoeven - bateria, percussão
1 Daybreak
2 Anaïs
3 Apocalyps
4 The Madman
5 Orion
6 I Want to Know
7 Masturbation
8 Anaïs (single)
sábado, 3 de junho de 2017
Gwyn Ashton - Wanted Man (1997)
Gwyn Ashton é um guitarrista fantástico nascido no País de Gales que mudou para a Austrália em 1965, ainda criança. Começou a tocar guitarra com 12 anos e aos 16 já se apresentava em cada bar, festival ou encontro de motoqueiros que havia. Nessa época ele tocava coisas da ZZ Top, Bad Company, Led..., e seu primeiro contato com o blues foi com Chuck Berry e Buddy Holly. Com o tempo vieram Son House, Lightnin’ Hopkins, Blind Lemon Jefferson, Robert Johnson, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Skip James, Hound Dog Taylor, ..., mas ele ressalta sua admiração por Buddy Guy, Rory Gallagher e Roy Buchanan.
Esse CD é uma coletânea que reúne seus dois primeiros discos, "Beg, Borrow & Steel" e "Feel The Heat", que até então só tinham sido lançados na Austrália e eram difíceis de se conseguir.
Gwyn Ashton - guitarras, bandolin, vocal, harmônica
Anthony Harkin - harmônica
Colin Mack - harmônica (1, 6)
Adam Quaife - órgão Hammond (14)
Mick O'Connor - ógão Hammond, piano
Geoff Brown - baixo
Chris Farmer - baixo acústico
Ken Farmer - bateria
Rick Tredrea - bateria, percussão, vocal
1 Trouble's Knockin' At Your Door
2 Double Crossin' Mama
3 Wastin' My Time
4 Ain't Got Time For That Stuff
5 Wanted Man
6 Just A Little Bit
7 The Sun Don't Shine
8 Leaving In The Morning
9 Can't Get My Way Around You
10 Bad Luck Blues
11 Stop Holding Out
12 I Can't Be Satisfied [Muddy Waters]
13 Wastin' My Time (Unplugged Version)
14 We'll Find A Way
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