sábado, 21 de setembro de 2013

Mountain - Official Live Mountain Bootleg Series Volume 14 : New Year Concert 1971 (2006)





As gravações desse álbum foram feitas através da mesa de som no tradicional concerto de fim de ano no Fillmore East. O som é ótimo e a banda estava no auge. Esse mesmo concerto já havia sido lançado em disco pelo selo Digimode em 99 como "Millenium Collection", mas a falta de informação levava a crer que se tratava de uma coletânea esparsa. Contudo, até a sequencia das músicas é a mesma. O som é que não — neste é mais claro.

Leslie West -guitarra,vocal
Felix Pappalardi -baixo vocal
Corky Laing -bateria
Steve Knight -órgão, piano

CD 1
1 Intro / Never in My Life
2 Don't Look Around
3 Mississippi Queen
4 Baby I'm Down
5 Long Red
6 Silver Paper
7 Guitar Solo

CD 2
8 The Animal Trainer and the Toad
9 Nantucket Sleighride
10 Theme for an Imaginary Western
11 Travelling in the Dark
12 Blood of the Sun
13 Dreams of Milk and Honey
14 Auld Lang Syne

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mountain - Twin Peaks (1974)






A Mountain havia se separado em 72 e Leslie West embarcou no trio West, Bruce & Laing. Em 73 ela retornou reconfigurada, com um segundo guitarrista, para uma turnê pelo Japão. Esse álbum foi gravado no Koseinenkin Hall de Osaka em 30 de agosto daquele ano e reafirma o talento que esses caras tinham para entreter, esticando suas músicas e solos ao máximo. Exageros à parte, o diálogo entre as guitarras é muito legal. Consta que o baterista original Corky Laing é quem deveria ter subido ao palco, mas adoeceu antes — sushi é uma merda mesmo. 


Leslie West -guitarra, vocal
Felix Pappalardi -baixo, vocal
Bob Mann -guitarra, órgão
Allan Schwartzberg -bateria


1 Never in My Life
2 Theme for an Imaginary Western
3 Blood of the Sun
4 Guitar Solo
5 Nantucket Sleigh Ride
6 Crossroader
7 Mississippi Queen
8 Silver Paper
9 Roll Over Beethoven




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Status Quo - Live! (1977)






Status Quo está na estrada há mais de quarenta anos e parece que foi para isso que ela nasceu em 1967. Até meados de 1970 ela era era uma elogiada banda de rock psicodélico. Mas aí transformou-se num dos mais vigorosos grupos de boogie-rock, adotando a fórmula do riff + três acordes + jeans surrado + cabelão. A crítica passou a ignorá-los desde então; coisa injusta, pois eles eram muito bons. Esse álbum ao vivo veio na sequencia de cinco ótimos discos de estúdio, iniciada em 72 com o Piledriver. Ele foi gravado entre 27 e 29 de outubro de 1976 no teatro Apollo de Glasgow, Escócia, usando a unidade móvel dos Stones. É um grande álbum de uma banda muito competente. Infelizmente, a partir do final dos anos 70 a Status Quo mudou bastante, de forma até constrangedora.


CD 1
1 Junior's Wailing 
2 Backwater/Just Take Me 
3 Is There A Better Way 
4 In My Chair 
5 Little Lady/Most Of The Time 
6 Rain 
7 Forty Five Hundred Times  

CD 2 
1 Roll Over Lay Down  
2 Big Fat Mama 
3 Don't Waste My Time  
4 Roadhouse Blues 
5 Caroline 
6 Bye Bye Johnny 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Grand Funk Railroad - Live Album (1970)





A GFR foi batizada em alusão à Grand Trunk Railroad, uma importante ferrovia da região de Michigan onde a banda foi fundada em 1969. O hard-rock que eles faziam no início não se encaixava no formato das rádios e a crítica os ignorava. Contudo, eles arrastavam multidões e o álbum de estréia ganhou o disco de ouro. O negócio era esse mesmo: pé na estrada, lotando estádios tão rápido quanto os Beatles. Esse é um grande álbum, documentando os primeiros trabalhos de um dos melhores power-trios. Com o passar do tempo a GFR foi mudando, acrescentou um tecladista e ficou mais comercial e amigável. Curiosamente isso coincidiu com a demissão do antigo agente e a contratação do advogado John Eastman, pai da Linda, mulher do Paul.


Mark Farner -guitarra, piano, harmônica, vocal
Mel Schacher -baixo
Don Brewer -bateria, vocal

CD 1
1 Introduction
2 Are You Ready
3 Paranoid
4 In Need
5 Heartbreaker
6 Inside Lookin' Out

CD 2
1 Words Of Wisdom
2 Mean Mistreater
3 Mark Say's Alright
4 T.N.U.C.
5 Into The Sun

terça-feira, 17 de setembro de 2013

MC5 - Kick Out The Jams (1969)





A despeito de toda a medicação para o Alzheimer, nesse momento eu não me lembro de outra banda que tenha estreado em disco logo com um álbum ao vivo — e eles levaram quatro anos para isso. Numa época de grandes contestações, da luta pelos direitos civis, dos protestos contra a guerra no Vietnam, a Motor City Five fez o contraponto ao "paz e amor" em apresentações incendiárias como a registrada aqui. Kick Out The Jams foi gravado na cidade natal deles, Detroit, em 1968 no Grande Ballroom. A música dos caras é do tipo "quanto mais alto melhor", levada pelo constante duelo entre as duas guitarras. Extremamente politizada, a MC5 é uma das principais influências do movimento punk. Mas voltando aos nossos dias, pobres dias, quando parece-se não saber mais o que é Rock, então Kick Out The Jams é um disco obrigatório.


Rob Tyner -vocal, harmônica
Wayne Kramer -guitarra, vocal
Fred "Sonic" Smith -guitarra, harmônica, vocal
Michael Davis -baixo, vocal
Dennis Thompson -bateria, vocal


1 Ramblin' Rose
2 Kick Out the Jams
3 Come Together
4 Rocket Reducer No. 62 (Rama Lama Fa Fa Fa)
5 Borderline
6 Motor City Is Burning
7 I Want You Right Now
8 Starship





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

The Who - Live At Leeds (1970)





Live at Leeds é um dos melhores discos ao vivo da história da música. Considere aí a performance da banda e a questão técnica, tanto quanto à captação quanto à perfeita equalização dos três instrumentos e da voz. Tanto esmero foi porque o concerto na Universidade de Leeds estava programado para ser o primeiro álbum ao vivo da The Who. As versões em LP e a primeira em CD, alemã, tinham apenas seis músicas; em 95 foram acrescentadas mais oito; e essa edição contém todo o concerto que incluiu uma das primeiras apresentações da ópera-rock Tommy.


Roger Daltrey -vocal, harmônica
Pete Townshend -guitarra, vocal
John Entwistle -baixo, vocal
Keith Moon -bateria


CD 1
1  Heaven And Hell
2  I Can't Explain
3  Fortune Teller
4  Tattoo
5  Young Man Blues
6  Substitute
7  Happy Jack
8  I'm A Boy
9  A Quick One, While He's Away
10 Summertime Blues
11 Shakin' All Over
12 My Generation
13 Magic Bus

CD 2, Tommy
1  Overture
2  It's A Boy
3  1921
4  Amazing Journey
5  Sparks
6  Eyesight To The Blind (The Hawker)
7  Christmas
8  The Acid Queen
9  Pinball Wizard
10 Do You Think It's Alright?
11 Fiddle About
12 Tommy Can You Hear Me?
13 There's A Doctor
14 Go To The Mirror
15 Smash The Mirror!
16 Miracle Cure
17 Sally Simpson
18 I'm Free
19 Tommy's Holiday Camp
20 We're Not Gonna Take It








quinta-feira, 12 de setembro de 2013




Trúbrot - Undir Áhrifum & ...Lifun (1970-71)






Trúbrot foi uma banda islandesa que lançou quatro discos e segundo o livro "Scented Gardens of the Mind: A Comprehensive Guide to the Golden Era of Progressive Rock (1968-1980)" de Erik Asbjørnsen, foi formada da fusão de outras duas: Hljómar e Flowers. O primeiro disco foi totalmente pop com vocal feminino e masculino, cujas influências vão de Beatles a Burt Bacharat. 
Esse cd aqui reúne o segundo e o terceiro disco, que são os melhores. Undir Áhrifum é relativamente mais prog, em muito influenciado por Crosby, Stills, Nash & Young. Lifun foi o projeto mais ambicioso. No formato de uma ópera rock, ele foi gravado em Londres e todas as faixas são interdependentes, fundamento do prog. Até a capa do LP era diferenciada pois tinha um formato hexagonal. 
Já o último disco, Mandala, voltou ao popinho.


Shady Owens -vocal
Gunnar Þórðarson -guitarra, flauta, vocal
Karl J. Sighvatsson -órgão, piano
Magnús Kjartansson -piano, órgão, vocal
Rúnar Júlíusson -baixo, vocal
Gunnar Jökull Hákonarson -bateria, vocal
Ólafur Garðarsson -bateria


Undir Áhrifum:
1  Going
2  Everything's Alright
3  In the Country
4  Relax
5  Sunbath
6  Tracks
7  Feed Me
8  Stjörnuryk
...Lifun:
9  I.Forleikur
10 Hush-A-Bye
11 To Be Grateful
12 School Complex
13 Tangerine Girl
14 Am I Really Livin?
15 II.Forleikur
16 What We Believe In
17 Is There a Hope for Tomorrow
18 Just Another Face
19 Old Man
20 Death and Finale



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Óðmenn - Óðmenn (1970)





Essa foi outra banda islandesa a fazer um proto-prog interessante e muito bem tocado. Ela formou-se em 1966 e os seus membros cresceram ouvindo o que tocava na rádio de uma base da OTAN que ficava perto — ou seja, tudo. Eles optaram por cantar quase exclusivamente no próprio idioma, mesmo cantando muito bem em inglês, e isso, claro, dificultou que eles alcançassem uma audiência maior. Depois desse disco se separaram.

Finnur Torfi Stefánsson -guitarra, vocal, triangulo
Tommy Seebach -órgão
Jóhann Gunnar Jóhannsson -baixo, gaita, vocal
Ágúst Jónsson -vocal
Reynir Harðarson -bateria, percussão

1  Einn Ég Ræ
2  It Takes Love
3  Betri Heimur
4  Þær Sviku...
5  Er Mengun Hverfur
6  Minningar
7  Dans
8  Það Kallast Að Koma Sér Áfram
9  Ég Vil Þig
10 Stund
11 Saga Þjóðar
12 Upphafsstef Úr Pop-Leiknum Óla
13 Orð - Morð
14 Kærleikur
15 Frelsi