sábado, 4 de julho de 2015

The Moody Blues - Days Of Future Passed (1967)





A Moody Blues foi formada em 1964 e então era uma banda de rhythm and blues liderada pelo tecladista Mike Pinder e pelo flautista Ray Thomas, ambos vindos de uma banda de rockabilly chamada Riot. Essa formação também teve Denny Laine nos vocais e guitarra. Depois de alcançarem muito sucesso com um cover da música Go Now, a banda foi praticamente refundada com a entrada de John Lodge e Justin Hayward. Eles adotaram harmonizações vocais em quatro vozes, à la Beach Boys, e Mike Pinder começou a experimentar com teclados. Em 1967 o produtor Peter Knight teve a ideia de usar o Mellotron, um instrumento recém inventado que simulava uma orquestra sinfônica através do rodar infinito de fitas gravadas associadas à cada tecla. Assim surgiu o terceiro álbum deles, Days Of Future Passed, tanto emulando a grandiosidade de uma orquestra como utilizando uma de verdade, e harmonizando vocais com inspiração renascentista e gospel, algo um tanto pretensioso para a época. Contudo, ele não foi o primeiro álbum de rock a utilizar uma orquestra, mas acabou por ser o mais coerente até então, pela qualidade do material composto. Inicialmente, o projeto proposto pela gravadora era gravar uma versão de uma sinfonia de Dvorak, que por bem foi abandonado em favor do material que eles mesmos estavam lapidando há tempos. O resultado não foi clássico e não foi pop. Tampouco foi prog, como querem alguns. It's psychedelic baby.



Justin Hayward - violão, guitarra, piano, teclados, vocal
John Lodge - baixo, guitarra, vocal
Mike Pinder - teclados, Mellotron, piano, vocal
Ray Thomas - flauta, cornetas, percussão, teclados, vocal
Graeme Edge - bateria, percussão, vocal
The London Festival Orchestra
Peter Knight - regente



1   The Day Begins
2   Dawn: Dawn Is A Feeling
3   The Morning: Another Morning
4   Lunch Break: Peak Hour
The Afternoon:
5a Forever Afternoon (Tuesday?)
5b (Evening) Time To Get Away
Evening:
6a The Sun Set
6b Twilight Time
7   The Night: Nights In White Satin
8   Don't Let Me Be Misunderstood
9   Fly Me High
10 I Really Haven't Got The Time
11 Love And Beauty
12 Leave This Man Alone
13 Cities
14 Tuesday Afternoon (Alternate Mix)
15 Dawn Is A Feeling (Alternate Version)
16 The Sun Set (Alternate Version Without Orchestra)
17 Twilight Time (Alternate Vocal Mix)


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Love - Forever Changes ( 1967)





Em 1967 a banda californiana Love lançou seu terceiro disco. Ele é aclamado como o melhor álbum de rock psicodélico de todos os tempos. A Love, como tal, foi formada em 1965 mas sua origem está mais longe, quando Arthur Lee, Johnny Echols e Billy Preston (sim, o tecladista Billy Preston) formaram uma banda no colégio. O sucesso que a banda teve, mesmo se recusando a excursionar muito além da sua região, deveu-se a habilidade de combinar as raízes folk do rock psicodélico com o jazz e com belas harmonias vocais à la Beach Boys. Além de tudo isso, Arthur Lee é um ótimo guitarrista, na melhor tradição do blues-rock. Note que há músicos convidados em duas faixas, mas eles não foram exatamente convidados. É que a banda quebrou o pau no estúdio e cada um foi para um lado. Quando viram que a gravadora Elektra tinha trazido os caras para gravar no lugar, se acertaram e retomaram o trabalho, sem regravar essas duas faixas. Mas nem isso estragou.



Arthur Lee - guitarra, vocal
Bryan Maclean - guitarra rítmica, vocal
Johnny Echols - guitarra
Ken Forssi - baixo
Michael Stuart - bateria, percussão
com
Billy Strange - guitarra (3, 4)
Don Randi - piano (3, 4)
Richard Leith - trombone
Ollie Mitchell - trompete
Bud Brisbois, Roy Caton - metais
Jesse Ehrlich - viola
Norman Botnick - violino
Arnold Belnick, Darrel Terwilliger, James Getzoff, Marshall Sosson, Robert Barene - cordas
Carol Kaye - baixo (3, 4)
Chuck Berghofer - baixo acústico
Hal Blaine - bateria (3, 4)



1   Alone Again Or
2   A House Is Not A Motel
3   Andmoreagain
4   The Daily Planet
5   Old Man
6   The Red Telephone
7   Maybe The People Would Be The Times Or Between Clark And Hilldale
8   Live And Let Live
9   The Good Humor Man He Sees Everything Like This
10 Bummer In The Summer
11 You Set The Scene


quarta-feira, 1 de julho de 2015

The Syn - Syndestructible (2005)






E mais um músico extraordinário partiu: Chris Squire faleceu no último dia 22. O último trabalho dele foi com Steve Hackett mas o primeiro foi nessa banda "The Syn". Ela se estabeleceu aí por 1965 quando Chris Squire encontrou-se com Stephen Nardelli num duelo de bandas e gravou dois singles no ano de 1967. Além de Squire, esteve nela o Peter Banks, outro futuro membro da Yes. Apesar do som daqueles singles não ser prog e sim um mod-psicodélico, ele já tinha certa familiaridade com a Yes. Ainda em 1967, a banda acabou — mesmo tendo aberto shows para a The Who, Pink Floyd e Jimi Hendrix — e Squire e Banks formaram a Mabel Greer's Toyshop com Jon Anderson.
Em todos esses anos, Chris Squire tornou-se o grande mestre do baixo e o membro mais permanente de uma das bandas mais longevas e cultuadas do planeta. Além do trabalho todo da Yes, ele deixou-nos uma obra-prima chamada Fish Out of Water. Por sua vêz, Stephen Nardelli, co-fundador, compositor e vocalista da The Syn, tornou-se um lojista de roupas.
Em 2004 Squire e Nardelli ressuscitaram a banda com um pessoal mais jovem e um selo chamado Umbello foi fundado por eles para lançar esse disco aqui. Ele foi gravado no estúdio de propriedade do guitarrista Paul Stacey, que também foi o engenheiro e produtor. Agora o som é prog — ou retro-prog — , porém, despretensioso e refrescante. Os fãs da Yes vão encontrar certa similaridade; há boas harmonias vocais e melodias também. Enfim, um ótimo disco, que definitivamente não é um projeto paralelo do Squire. A banda continuou e ele gravou mais um com ela.



Chris Squire - baixo, vocal
Stephen Nardelli - vocal
Paul Stacey - guitarra, vocal
Gerard Johnson - teclados, vocal
Jeremy Stacey - bateria


1 Breaking Down Walls
2 Some Time, Some Way
3 Reach Outro
4 Cathedral Of Love
5 City Of Dreams
6 Golden Age
7 The Promise

segunda-feira, 29 de junho de 2015

13th Floor Elevators - Easter Everywhere (1967)






Em 1967 a 13th Floor Elevators lançou seu segundo e, praticamente, último álbum. Ela foi formada no ultra-conservador Texas e foi a primeira banda a tocar rock psicodélico como um gênero estabelecido. Nas suas letras e até mesmo nos seus encartes, eles prescreviam o uso do LSD para se atingir um nível mais elevado de consciência. Esse nível mais elevado permitiu que Roky Erickson passasse o resto da vida com problemas mentais. Tommy Hall usava um garrafão de bourbon como instrumento e, segundo uma lenda, fazia a afinação colocando erva lá dentro. Contudo, nesse álbum há um nível mais elevado de música. Eles pesquisaram na cultura oriental, no budismo e no induísmo, e incluíram inclusive conceitos de física quântica. Pouco depois, foi todo mundo em cana. Roky Erickson foi transferido para um hospital/presídio psiquiátrico por esquizofrenia, e só saiu em 1973.



Roky Erickson - vocal, guitarra rítmica, harmônica
Tommy Hall - jug (garrafão, chaleira)
Stacy Sutherland - guitarra
Dan Galindo - baixo
Danny Thomas - bateria
John Ike Walton - bateria (3, 8)
Ronnie Leatherman - baixo (3, 8)
Clementine Hall - backing vocal (9)



1   Slip Inside This House
2   Slide Machine
3   She Lives (In A Time Of Her Own)
4   Nobody To Love
5   Baby Blue
6   Earthquake
7   Dust
8   Levitation
9   I Had To Tell You
10 Postures (Leave Your Body Behind)
11 Splash 1
12 Kingdom Of Heaven
13 You're Gonna Miss Me
14 Reverberation (Doubt)
15 You Don't Know
16 Fire Engine
17 Monkey Island
18 Roller Coaster
19 Levitation (Instrumental)
20 I Don't Ever Want To Come Down (Previously Unreleased)

quinta-feira, 25 de junho de 2015

The Mothers Of Invention - Absolutely Free (1967)





Em maio de 1967 Frank Zappa lançou seu segundo álbum, creditado a sua banda. Na verdade, ele foi gravado sete meses antes mas o selo Verve atrasou o lançamento pois queria censurar as letras. As partes, enfim, fizeram um acordo e o álbum saiu sem o livreto, que podia ser pedido pelo correio. Como se deduz disso, Absolutely Free é isso mesmo, e cheio de sátira social e política. De certa forma ele fica datado; seria melhor compreendido naquele momento. Contudo, visto do alto, percebe-se logo que ele continua atual e que suas sátiras tornaram-se até amenas. O som pula do garage-rock para o jazz de vanguarda em poucas linhas, naquela sua peculiar insanidade. Esquisitices inclusas, as harmonias e as mudanças de tempo bem que podem ter influenciado Jethro Tull e Yes.


Frank Zappa - guitarra, vocal, regência
Jim Fielder - guitarra, piano
Don Preston - teclados
Bunk Gardner - sopros
Roy Estrada - baixo, vocal
Jimmy Carl Black - bateria, vocal
Billy Mundi - bateria, percussão
Ray Collins - percussão, vocal
com
Marshall Sosson - violino
Jimmy Getzoff - violino
Alvin Dinkin - viola
Armond Kaproff - cello
Don Ellis - trompete
John Rotella - clarineta contrabaixo
Terry Gilliam (Monty Python) - voz
Herb Cohen - efeitos
Lisa Cohen - vocal


Absoutely Free (1st In A Series Of Underground Oratorios)
1  Plastic People
2  The Duke Of Prunes
3  Amnesia Vivace
4  The Duke Regains His Chops
5  Call Any Vegetable
6  Invocation & Ritual Dance Of The Young Pumpkin
7  Soft-Sell Conclusion
8  Big Leg Emma
9  Why Don'tcha Do Me Right?

The M.O.I. American Pageant (2nd In A Series Of Underground Oratorios)
10 America Drinks
11 Status Back Baby
12 Uncle Bernie's Farm
13 Son Of Suzy Creamcheese
14 Brown Shoes Don't Make It
15 America Drinks & Goes Home

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Captain Beefheart And His Magic Band - Safe as Milk (1967)





1967 foi bastante prolífico para a música. Além da Pink Floyd, o mundo viu a estréia em disco de outra figura revolucionária: Captain Beefheart. Esse nome foi dado a Don Van Vliet por Frank Zappa e seria um personagem de um filme que nunca foi realizado. Van Vliet sempre mereceu comparações superlativas: mais importante que os Beatles, tão inovador para o rock quanto Charlie Parker foi para o jazz ou Leadbelly foi para o blues, e por aí vai. Ele usou o blues do Delta como base e foi acrescentando free-jazz, música de vanguarda, rock clássico, psicodélico e pop. Estruturalmente, ele quis romper dogmas inspirado por movimentos semelhantes nas artes plásticas, daí sua importância. Contudo, não é um disco recomendado para se ouvir num primeiro encontro, nem no segundo — e nem depois do casamento, sem fones. 



Don Van Vliet, aka Captain Beefheart - vocal, harmônica, marimba
Alex Snouffer, aka Alex St. Clair - guitarra
Jerry Handley - baixo
John French, aka Drumbo - bateria, percussão
Ry Cooder - guitarra, slide, baixo (8, 11)
com
Jeff Cotton - guitarra (13 à 19)
Taj Mahal - percussão
Russ Titelman - guitarra
Milt Holland - bateria, percussão
Dr. Samuel J. Hoffman aka Sam Hoffman - Theremin



1   Sure 'Nuff 'N Yes I Do
2   Zig Zag Wanderer
3   Call On Me
4   Dropout Boogie
5   I'm Glad
6   Electricity
7   Yellow Brick Road
8   Abba Zaba
9   Plastic Factory
10 Where There's Woman
11 Grown So Ugly
12 Autumn's Child
13 Safe As Milk (Take 5)
14 On Tomorrow
15 Big Black Baby Shoes
16 Flower Pot
17 Dirty Blue Gene
18 Trust Us (Take 9)
19 Korn Ring Finger

terça-feira, 23 de junho de 2015

Pink Floyd - The Piper At The Gates Of Dawn (1967)






Recentemente o senhor George Roger Waters veio dizer que eles eram muito ruins no início. Tudo bem, se ele disse está dito. O que eu posso dizer é que gostaria que meu carro fosse ruim assim. 
Da PF eu também não vou falar nada porque todo mundo conhece, todo mundo sabe, tá cheio de info por aí. Seus discos podiam ser encontrados nas prateleiras do Bruno Blois e do Pão de Açúcar. Hoje em dia nem tanto, principalmente quanto aos primeiros. Esse é o álbum de estréia, ruim como whisky Jura de 30 anos. A PF entrou no mesmo estúdio e ao mesmo tempo em que os Beatles gravavam o seu Sgt. Pepper's, e enquanto George Martin fazia suas invenções de estúdio, Syd Barrett inventava música. Ele experimentou com pedais, com câmaras de eco, botou fluido dentro de sonofletor, mexeu no seu Selmer Truvoice, introduziu o Selmer Buzz-Tone ... e produziu um estilo atonal muito raro no rock, talvez só igualado a Frank Zappa na época. Também, as progressões harmônicas do Rick Wright davam-lhe muita liberdade para improvisar. Acrescente aí as letras filosóficas, a melancolia e aquele combustível que os levava ao espaço, e terá um dos mais incríveis discos de estréia já lançados — ruim como um Aston.



Syd Barrett - guitarra, vocal
Rick Wright - órgão, piano
Roger Waters - baixo, vocal
Nicky Mason - bateria, percussão


1   Astronomy Domine
2   Lucifer Sam
3   Matilda Mother
4   Flaming
5   Pow R. Toc H.
6   Take Up Thy Stethoscope And Walk
7   Interstellar Overdrive
8   The Gnome
9   Chapter 24
10 Scarecrow
11 Bike







sexta-feira, 19 de junho de 2015

The Boneshakers - Book Of Spells (1997)






Esse é um outro caso de excelentes músicos fazendo excelente música numa época em que o mercado estava todo canalizado (e à céu aberto também) para o esgoto. Por isso a banda não prosperou. Na verdade, a The Boneshakers eram dois carinhas: Randy Jacobs, um ótimo guitarrista na linha de Hendrix, e o Sweet Pea Atkinson, um vocalista e multi-instrumentista. Cada um na sua, tocaram com um monte de gente — de Elton John à Bonnie Rait, de Seal e Paula Abdul à Keb Mo e B.B. King. Eles fizeram uma combinação muito legal de soul, R&B e funk que faz jus ao nome com o qual foram batizados — por Bonnie Rait. Imagine James Brown acompanhado por Jimi Hendrix; é um exagero mas nem tanto.



Randy Jacobs - guitarra, baixo, teclados
Sweet Pea Atkinson - vocal
John Gilutin - teclados
Jamie Muhoberac - teclados
Scott Spock - teclados
Ted Andreadis - harmônica, teclados, vocal
Bill Bergman - sax
Lance Morrison - baixo
Nathan Brown - baixo
Trent Stroh - baixo, bateria
Curt Bisquera - bateria
Denny Weston, Jr. - bateria
Lenny Castro - percussão
Myrna Smith - vocal
Portia Griffith - vocal
Sir Harry Bowens - vocal



1   Cold Sweat
2   Break Down The Walls
3   I Blew Up The United States
4   Part Time Man
5   I'm Living All Of My Days For You
6   Welcome To My Life
7   Why Don't You Want Me
8   Queenie's Groove
9   Let's Straighten It Out
10 The One You Run To
11 Don't Tear My Heart Apart
12 Long Way Down
13 Fudge Brownie

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Izzy Stradlin and the Ju Ju Hounds - Izzy Stradlin and the Ju Ju Hounds (1992)






Izzy Stradlin foi o guitarrista rítmico e o principal compositor da Guns 'n' Roses. Ele saiu da banda quando ela estava no auge. Em tempo, eu sempre achei a Guns 'n' Roses uma bosta, mas o Izzy merece respeito. Ele havia largado as drogas e não podia mais conviver num ambiente onde cheirar e injetar eram mais frequentes que escovar os dentes. Daí ele montou essa banda e foi fazer a música que queria, do jeito que 
queria. Nesse disco ele expõe suas raízes, a influência de Keith Richards e dos Stones, e o prazer de tocar. 



Izzy Stradlin - guitarra, harmônica, vocal, percussão
Rick Richards (Georgia Satellites) - guitarra, percussão
Jimmy Ashhurst (Buckcherry, Cult) - baixo, vocal
Charlie "Chalo" Quintana (Social Distortion) - bateria
com
Marc Ford (Black Crowes) - guitarra slide (não creditado)
Ronnie Wood (Faces, Stones) - guitarra, vocal (9)
Nicky Hopkins (Climax B. B., Jeff Beck Group, Quicksilver M. S.) - piano (10)
Ian McLagan (Faces, Small Faces) - Hammond B-3, piano
Craig Ross - guitarra (1, 5)
Eddie Ashworth - bandolim (3, 7, 10)
Oyster Boys - palmas (3)
Doni Gray - bateria, vocal (10)
Maxine Waters, Julia Waters, Terri Wood - backing vocal (10)
Mikey Dread - backing vocal (2)


1   Somebody Knockin'
2   Pressure Drop
3   Time Gone By
4   Shuffle It All
5   Bucket O' Trouble
6   Train Tracks
7   How Will It Go
8   Cuttin' The Rug
9   Take A Look At The Guy
10 Come On Now Inside

terça-feira, 16 de junho de 2015

Georgia Satellites - Georgia Satellites (1986)





Formada na mesma Atlanta um pouco antes da The Black Crowes, a Georgia Satellites tinha outra coisa em comum com ela: escavar as raízes do rock numa época em que as gravadoras não davam espaço para esse tipo de música. Pode-se dizer que as duas bandas também compartilharam algumas influências como a Rolling Stones e a Faces, mas o som da Georgia Satellites não se misturou tanto quanto o da outra, mantendo-se básico e enfezado. Ainda comparando, esse primeiro disco também estourou, puxado pela faixa "Keep Your Hands To Yourself", um clássico do rhythm & blues. A banda lançou mais dois discos mas como disputar espaço com Bon Jovi, Cyndi Lauper & Cia. estava difícil, separou-se em 1989.


Dan Baird - guitarra, vocal
Rick Richards - guitarra
Rick Price - baixo
Mauro Magellan - bateria


1   Keep Your Hands To Yourself
2   Railroad Steel
3   Battleship Chains
4   Red Light
5   The Myth Of Love
6   Can't Stand The Pain
7   Golden Light
8   Over And Over
9   Nights Of Mystery
10 Every Picture Tells A Story